quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Apple pretende lucrar com a assinatura de jornais para o Ipad

A Apple divulgou recentemente que está trabalhando em cima de um novo plano para assinatura de jornais no Ipad. De acordo com Roger Fidler, chefe da publicação digital do instituto de jornalismo de Missouri, a Apple deve receber cerca um valor referente a 30% do total de assinaturas vendidas pela loja online e 40% da propaganda das publicações. Grande parte dos jornais norte-americanos já oferecem assinaturas para usuários do Ipad e os outros jornais do país já estão entrando em acordo com a Apple. Há esperanças de que a industria dos jornais com edições digitais possa reverter e ampliar o quadro que existe desde que o conteúdo jornalístico online foi oferecido de graça, há alguns anos atrás.

Os jornais queriam incluir ofertas de edições digitais e impressas, mas a Apple exigiu que ela seja um intermediário para os assinantes, logo a versão impressa não seria uma possibilidade. Acredito que a Apple vê nessa nova forma de jornalismo digital uma grande oportunidade para o maior crescimento da empresa. Eles devem dominar esse mercado por pelo menos mais alguns anos. Mas já ouvi dizer que os "tabletes" baseados no sistema Google Android serão um desafio para a Apple no futuro. Isso pode vir a ser positivo, já que não teremos apenas a Apple como monopólio dos sistemas similares ao Ipad.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Jornalismo online superestimado?

O fundador e editor do site Americano Theme Park Insider, Robert Niles, é o responsável em prover uma cobertura da industria de entretenimento por mais de uma década, além de estabelecer um modelo para a prática do jornalismo online. Niles conduz um treinamento na publicação virtual e reporta métodos para o Knight Digital Media Center, WAN-IFRA e a Association of Capitol Reporters and Editors.


No site “The Online Journal Review”, Niles desenvolveu um texto com conselhos para estudantes de jornalismo. Por exemplo, ele fala que é um erro achar que a faculdade de jornalismo vai ajudar a preparar para a carreira, porque na verdade a carreira do estudante já começou, a partir do momento em que se posta um comentário, uma foto ou um status em mídias sociais. Eu, particularmente acho isso um equívoco, e de certa forma menospreza um pouco a profissão. Acredito que jornalismo é quando desenvolvemos fatos em notícias, e não simplesmente citações ou comentários via web. Mas claro que um complementa o outro.

Outra dica que Niles fornece é que a audiência equivale poder para quem está procurando emprego no jornalismo. Ele diz que muitos professores não passam isso aos alunos porque eles começaram suas carreiras com outro modelo, onde a popularidade não tinha tanta importância no início da carreira. Eu acho que ele até tem razão, mas até certo ponto. A popularidade é importante no sentido de ter habilidade para fazer contato, ou mais conhecido como “networking”. Quem consegue isso, de fato, vai longe. Mas quantos blogueiros não vemos por aí que tem uma audiência incrível, mas que na hora de fazer uma matéria mais consistente não consegue desenvolver tão bem? Audiência não significa qualidade, pelo menos para mim.

A terceira dica de Robert Niles é justamente essa que mencionei do “networking”. Nesse caso eu concordo plenamente. Nossa geração é totalmente voltada para laços, mesmo que superficiais, via facebook, twitter, youtube ou qualquer outra mídia social. É legal adicionarmos e comentarmos em páginas de quem admiramos profissionalmente. Ele fala ainda para darmos um toque pessoal para nossas páginas, já que nossas páginas são nossa marca.

Para fechar, ele fornece duas últimas dicas: desenvolver trabalhos que envolvam paixão – ter sempre algo de valioso para dizer, ou no modo em que se diz algo – e se conduzir como jornalismo a todo momento – já que, para ele, qualquer momento em que você posta online, você está publicando algo que reflete sua “marca”. Acho importante essa questão de construir uma marca, mas também não é o primordial. Não adianta ser popular, sem ser um bom jornalista.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

A revolução jornalística de Sree Sreenivasan

O decano e professor de jornalismo da Columbia University, em Nova York, Sree Sreenivasan, revolucionou o mundo jornalístico ao disponibilizar em seu blog uma série de dicas que ajudam o estudante a se enquadrar no que seria "o jornalista ideal".

As dicas do professor se tornaram tão requisitadas, que ele acabou criando um site especificamente para elas: o StreeTips. Dentre as mais relevantes, estão as dicas de como usar melhor o Google. Nela, Stree aponta uma série de ferramentas, desconhecidas por muitos, como o Froogle, que navega por uma série de sites de compras de uma vez só. Ou até mesmo como aperfeiçoar melhor o que conhecemos já, por exemplo, vídeos, mapas, calculadora.... Tem ferramentas que eram desconhecidas, pelo menos para mim, como o "US Government Search", que aborda assuntos relacionados ao governo norte-americano, notícias, curiosidades e busca.

Sree dá ainda dicas de outros assuntos, como a fotografia (ética fotográfica e dicas de câmeras digitais), web e até interesses judaicos (aleatório, não? dá pra ver que o professor aborda realmente assuntos diversos)

Vale a pena conferir: http://www.sreetips.com/ e o blog dele, http://www.sree.net/

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Spice Girls - O musical

Meninas, tirem o vestido de paetês do armário e as sandálias plataformas, porque as Spice Girls vão virar um musical.


O produtor que lançou a banda, Simon Fuller, e os criadores de "Mamma Mia!" são as cabeças por trás do projeto, que já está em discussão há alguns meses. Ontem a escritora Jennifer Saunders (que escrevia a engraçadíssima série Absolutley Fabulous e alguns episódios de Friends) foi convocada para ser a roteirista do musical, que vai girar em torno das músicas mais famosas do grupo.

O título oficial ainda é um mistério, mas por enquanto o provisório é "Viva Forever".


Vamos torcer que seja melhor do que o filme delas, o "Spice World".

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Pela primeira vez TSE nega registro de candidatura no Ceará a partir da Lei da Ficha Limpa

Pela primeira vez na história política brasileira, o TSE negou um registro de uma candidatura com base na Lei da Ficha Limpa. O Tribunal Superior Eleitoral teria negado o recurso de  Francisco das Chagas Rodrigues Alves, candidato a deputado estadual no Ceará, condenado por compra de votos durante as eleições municipais de 2004. Com a decisão, o tribunal deixa claro: não importa quando houve a condenação, o candidato está impedido de concorrer em outubro. Apesar da decisão, o TSE terá que julgar caso a caso todos os recursos de candidatos que chegarem a ele, mas a última palavra cabe ao Supremo Tribunal Federal.

Essa foi uma ótima notícia, já que com essa decisão tomada pelo TSE, ficou claro que a Lei da Ficha Limpa vai de fato funcionar para a próxima eleição e futuras, já que vai poder barrar candidaturas de políticos condenados em processos anteriores a junho, quando a nova lei entrou em vigor.

Conselho eleitoral do Haiti proíbe o cantor Wyclef Jean de se candidatar a presidência

De acordo com o jornal britânico The Guardian, essa é a segunda vez que o pedido de Wyclef Jean para se candidatar a presidência do Haiti é negado. De acordo com o conselho eleitoral do país, o cantor nãovai poder nem entrar com um pedido de apelação para reavaliar a decisão, que seria final. Jean agora vai arquivar uma reclamação com a equipe da Comissão de Direitos Humanos Inter-Americana. "Wyclef não pretende parar por aqui", conta Jean Renel Senatus, um membro da equipe legal do cantor, "Nós vamos exaustar todas as opções e vamos atrás de todas as maneiras de combater essa decisão inaceitável". Wyclef Jean mora no país há mais de seis anos.

Agora só resta esperar que essa que essa decisão do conselho eleitoral haitiano seja maleável.
Um candidato que é uma personalidade bastante conhecida no mundo inteiro e que tem uma voz forte em um país tão poderoso quanto os EUA pode ajudar a solucionar os intermináveis problemas do Haiti.

Ou seria pura ingenuidade?

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Cabeça aberta

O blog pode ser uma espécie de desabafo, um lugar virtual onde podemos deixar nossos maiores pensamentos e críticas. Não há limites. Amo. Odeio. Penso. Sonho.

Como impor limites para essa verdadeira liberdade? Precisa de limite?
Onde termina a liberdade começa a privacidade?